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ago 03

“Quero ser Redentorista”

Durante este mês de agosto, o Portal Redentorista apresenta, a cada semana, um testemunho vocacional. São histórias reais de jovens que estão amadurecendo a opção pela vida religiosa consagrada redentorista, mas também relatos de missionários experientes, apaixonados pelo caminho trilhado nas pegadas do Redentor.

O primeiro testemunho é o do estudante João Paulo Madruga, que depois de uma experiência em um seminário diocesano, procurou os redentoristas. Ele tem 23 anos e está na fase do propedêutico – etapa em que o jovem que ingressa na formação redentorista faz uma experiência de conhecimento do carisma da congregação – que funciona na Comunidade Mãe do Perpétuo Socorro, próximo a Abadia de Goiás (GO).

“Desde criança, por volta dos 6 anos de idade, freqüentava as missas semanais com minha avó na Igreja Matriz de Nazário (GO), onde vivi toda minha infância e adolescência. Certo dia uma senhora foi à escola onde estudava, convidando as crianças para serem coroinhas. Isso me chamou a atenção pois, sempre tive curiosidade em conhecer a ‘salinha do lado do altar’ (a sacristia) e sendo coroinha sabia que poderia entrar lá. Fui por curiosidade!

Fiz os encontros, participei dos ensaios e me tornei coroinha. Eu não era nada santinho, a coordenadora sempre me chamava a atenção e até me suspendeu várias vezes por bagunça. Por ser coroinha, também comecei a freqüentar as missas dominicais. Meus pais não são muito de igreja, quando queria ir à missa pedia um senhor, meu vizinho, que me levasse junto com ele, para minha mãe não se preocupar tanto e me deixar ir.

O tempo foi passando, e fui fiel ao compromisso. Fiz minha primeira comunhão e me engajei no grupo da liturgia. Nesse período a paróquia passou por duas vezes por alteração de pároco. Assim que Padre Mathias assumiu a paróquia, ele convidou os Missionários Redentoristas para pregarem na festa da padroeira. Gostava muito de ir naquelas novenas, era cativante o jeito fervoroso que os Redentoristas celebravam, as pregações sempre claras e que envolvia toda comunidade. Isso chamou a minha atenção e me fez refletir: ‘Será que um dia poderia eu estar aqui na frente anunciando a palavra de Deus a essas pessoas?’.

Certo dia um Frater (religioso redentorista) que foi acompanhando o Padre Redentorista me perguntou se não queria ser padre. Eu já havia conversado isso com o pároco alguma vez ou outra, mas nada muito concreto. Trabalhei muito a idéia, fiz inclusive uma experiência no seminário da diocese por um tempo. Mas naquele ano ingressei na congregação. Aqui, estou muito feliz com o caminho que escolhi na minha vida e posso afirmar que estou realizado por estar buscando seguir o Redentor mais de perto”.

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